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Archive for the ‘Outros’ Category

Cheguei no estágio hoje e um companheiro de trabalho já veio todo contente me falar se eu conhecia o moleco.
“Moleco? Comassim?”
“Rapaz, entra aí! É irado!. Digita aí: www.moleco.com.br



De fato, é muito bom mesmo.
Moleco, o caderno de bolso (sketch book) ecológico, é fabricado a partir de material reciclado e totalmente reciclável.
ATUALIZANDO: cada um custa R$20,00. Tem como comprar uma caixa com 25, saindo a R$15,00 cada.

E minha opinião ainda é (sem desmerecer o excelente trabalho do moleco, claro): façam os seus próprios caderninhos. É muito mais divertido, ‘terapêutico’, fica do jeito que você quer, e dá pra gastar bem menos. Só seguir o tutorial aqui.
Uma boa dica pra quem não tiver com muita paciência de fazer seu próprio caderninho 😉

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Não não. O projeto/blog não foi abandonado não.
É que meu HD resolveu parar, daí tive que formatar, reinstalar tudo e tal. Ainda estou meio perdido 😕

Bom, nesse post falaremos sobre ENERGIA.
Sabia que são mais de 27 milhões de reais jogados fora todos os dias com desperdício de energia? (Abesco)
Devido ao mau uso, o Brasil gasta 10 bilhões por ano em petróleo, eletricidade e gás.

E isso é problema meu?
😯
Seu, meu e de quem usa energia, afinal, este desperdício contribui para o aquecimento global e é causador de profundos impactos sociais e ambientais.
Quanto mais necessitarmos de energia, mais usinas geradoras precisarão ser construídas e mais poços de petróleo terão de ser perfurados. Para ficar no exemplo das hidrelétricas, imensas áreas precisam ser inundadas, desmatadas e algumas populações são obrigadas a abandonar suas casas.

E o que fazer? 🙄
– Custos com energia podem representar até 70% do valor do produto. Dê preferência aos produtos das empresas que se preocupam em reduzir o consumo de energia;
– Use lâmpadas compactas fluorescentes, em vez de incandescentes. Duram até 13x mais e podem economizar cerca de 80% de energia;
– Dê preferência a produtos que tenham o selo Procel, que indica os produtos que têm melhor desempenho energético, comparados com os outros da mesma categoria;
– Tome banho em menos tempo. Um chuveiro elétrico é responsável por 25% a 35% do gasto de eletricidade de uma casa;
O stand-by dos aparelhos eletro-eletrônicos chega a responder por 25% do consumo de energia desses equipamentos. É o famoso ‘comedor’ de energia. Retire da tomada aparelhos que você usa com pouca frequencia;
– Os computadores devem ser desligados sempre que forem ficar mais de meia hora inativos. E os monitores devem ser desligados se forem ficar sem uso por mais de quinze minutos. Deixar o computador ligado durante a noite é totalmente desnecessário, a menos que esteja fazendo algo, tipo download.

Faça isso na sua casa e compare com o mês anterior. Você vai ver a diferença :]

Designers de plantão, uma dica de leitura: Haverá a idade das coisas leves, de Thierry Kazazian, publicado aqui no Brasil pela Editora Senac São Paulo.

fonte: akatu

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Vamos ler, gente? 😉

Hoje vou postar um artigo de Caco de Paula publicado na revista Vida Simples e no Planeta Sustentável, este último um excelente site que fala sobre ambiente, energia, casa, cidade, lixo, desenvolvimento, saúde, educação, cultura e atitude (exatamente nessa ordem).

Demorou!
Por que nos esquecemos sempre de que o futuro a gente faz agora?

Nunca participei de tantas reuniões quanto agora. Mas há uma em especial de que gosto muito. Participo de um grupo que conversa sobre sustentabilidade e propõe ações de comunicação.

Partimos de uma idéia simples: ambiente, economia e sociedade são interdependentes, causam e sofrem impactos e devem ser considerados também a médio e longo prazos. Numa dessas reuniões, redigimos títulos, que ocupariam buttons e manifestos. O futuro a gente faz agora, diz um dos slogans.

Talvez, de tão trivial, essa fosse uma daquelas verdades que nem precisassem ser lembradas. Talvez não se deva dizer idéias tão óbvias como “cada efeito corresponde a uma causa”. Mas, observando como nós somos negligentes diante dessa formulação básica, talvez faça sentido lembrar o óbvio, sim.

Por exemplo, que o abuso dos recursos naturais e o modo como produzimos lixo hoje terão conseqüências para a natureza, a sociedade e a economia, agora e no futuro. Alguém já definiu esse tipo de consciência como “solidariedade para com os descendentes”. Mas poucos pensam para além de seu próprio período de existência.

Sucumbimos em um torvelinho do cotidiano que parece nos dar todas as falsas justificativas por não termos tempo de ver os filhos crescer, plantar árvores ou ser gentis. Não temos tempo para o presente e, ainda assim, parecemos tão despreocupados com o futuro. Não se trata de pensar só no presente ou só no futuro, mas de pensar no presente e no futuro.

Nestes dias em que as decisões submetem-se ao imediatismo que nos deixa devedores com o amanhã, é mais que necessário instruir as ações com visão de futuro, considerando seus efeitos para nós mesmos, nossos filhos e netos e também para os netos dos netos deles. O texto do button foi uma forma de dizer isso de maneira sintética. Há outras.

Uma de minhas preferidas é uma breve cena ocorrida 200 anos atrás, recontada aqui pelo amigo e mestre José Roberto Guzzo, autor, do começo ao fim, desta história sobre o agora e o futuro.

Certo dia de grande calor, marchando com o exército pelo interior da França, Napoleão chamou seus generais e disse:
– A tropa se cansa muito com esse calor. Se marchar à sombra, vai cansar menos. E cansando menos vai marchar mais depressa.
– Claro, mas o problema é como fazer a sombra, comentou um dos generais.
– Não há problema nenhum. Basta plantar árvores à beira das estradas.
– Árvores? Mas em quais estradas?
– Em todas.
– Todas?
– Sim, porque a gente não pode saber em quais estradas vamos ter de marchar.
– Mas vai levar uma enormidade de tempo.
– É exatamente por isso que temos de começar hoje.
Diz a lenda que vem daí a lenda segundo a qual as estradas arborizadas do interior da França foram obra do Corso. Hoje quase não existem mais, porque atrapalhavam os carros, mas já existiram. Eu mesmo vi.

E pra completar, aqui vai um vídeo, também deste site: Eco-chato: ser ou não ser?

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Segundo cálculos da Abipet Associação Brasileira da Indústria do PET, só no ano passado, foram produzidas cerca de 432 mil toneladas de novas embalagens PET no Brasil, 14,3% mais do que em 2006. Do total, 53,2% receberam destinação ambientalmente adequada.

Isso significa que boa parte das garrafas PET ainda não é reciclada e vai parar em aterros sanitários e lixões, aumentando o volume de resíduos em nossas cidades. Com o objetivo de incentivar indivíduos, escolas, cooperativas, empresas, ONGs e comunidades a pensar em novas soluções para o reuso e a reciclagem desse material, a Abipet lança a nona edição do Prêmio Ecopet.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas em uma das cinco categorias:

Educação Ambiental projetos de escolas, associações, cooperativas e indivíduos que conscientizem a população sobre consumo consciente.
Pesquisas e Processos tecnologias inovadoras para alguma das fases da reciclagem das embalagens pós-consumo. Válido para trabalhos acadêmicos, máquinas e projetos.
Ação da empresa iniciativas em empresas e ONGs que incentivem a população a coletar material reciclável, inclusive garrafas PET.
Artesanato produção de artigos que tenham as embalagens PET como base estrutural e não passem por processos industriais.
Coleta e Separação ações desenvolvidas por entidades sem fins lucrativos, voltadas para a comunidade e que tenham aumentado, de fato, a coleta e a separação de embalagens PET pós-consumo.

As quatro primeiras categorias concorrem a R$2 mil cada uma e a última, a R$5 mil. As inscrições devem ser feitas no site da Abipet até o dia 30 de agosto e os materiais precisam ser entregues até 30 de setembro.

É bom lembrar que o PET é um material 100% reciclável. Além de encontrar soluções para aumentar o volume de reciclagem de embalagens pós-consumo, também é importante que escolas, universidades, empresas e ONGs comecem a pensar em como reduzir a produção de novas embalagens PET feitas a partir do petróleo, levam centenas de anos para serem absorvidas pelo meio ambiente e ainda contribuem para o aquecimento global.

[Será que o PREA, até dia 30, consegue se inscrever? 🙄 ]

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Humanidade

O ser humano na mesma situação chama de baby beef, o animal da exemplo de amor, humanidade.

Precisamos aprender um pouco mais a ser humanos com os animais.

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força de vontade | de viver

Com certeza essa vontade de viver não é uma característica só nossa.
Aliás, muita gente não chega nem perto disso, né?
Pra você que não quer mais nada da vida, que cansou de tudo, assista esse vídeo (tem a parte 2 tb) e aprenda um pouco.
Zulu, que foi atropelado no Rio de Janeiro, ficou paraplégico. Foi recolhido por um grupo de proteção animal e logo depois adotado por um casal de Natal/RN.
Por este motivo também que somos a favor da ADOÇÃO de animais. Tem milhões esperando por um dono, nesse estado ou em outros. Eles precisam de você. Não compre animais.

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o reencontro!

Um ano depois, depois de ser encontrado e criado por 2 rapazes, Christian reencontra seus amigos!
Os grandões também amam, sabia? 🙂

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