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Archive for the ‘Apresentação’ Category

A IDEO, um reconhecido escritório de design e inovação, junto com a Bill & Melinda Gates Foundation, lançou o kit Human Centered Design (Design Centrado no Ser Humano).

O kit oferece ferramentas estratégicas e diversas técnicas que colaboram para a melhoria da vida de milhares de pessoas. Foi adaptado para uso de organizações não governamentais que trabalham com comunidades locais em países em desenvolvimento, e que, usando a essência do design thinking, busca por micro inovações e soluções novas para essas áreas, incluindo produtos, serviços, ambientes, organizações e modos de interação.

O processo Centrado no Ser Humano tem 3 fases, sendo a primeira fase chamada de Ouvir, onde examinos as necessidades, desejos e comportamentos das pessoas que estão ou estarão envolvidas com o processo/resultado e terão suas vidas influenciadas. Depois, a fase Criar, onde veremos o que é possível tecnicamente, quais são as ideias e oportunidades; saindo do concreto, indo para o abstrato para, mais tarde, voltar ao concreto. A terceira fase, chamada de Implementar, abordará estimativas de capacitação e planejamento, custos, receitas.

Essa foi só uma pequenina introdução, baseado no que está escrito no próprio material.
O site para o kit é este > Human Centered Design Toolkit
No lado esquerdo, no “meio” do site, você pode baixar em português o kit, além de poder comprar o material impresso (caso seja realmente necessário, já que o PDF é ótimo).

Caso não consiga baixar o arquivo, nos avise que podemos te explicar ou passar por email 🙂

*as imagens usadas nesse post foram retiradas do próprio material fornecido no site

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Deposi te ter postado a análise/bibliografia comentada do livro de Kazazian, vou colocar alguns links relacionados a inovação social, sustentabilidade e design.

Creative Communities for Sustainable Lifestyles (Comunidades Criativas para Estilos de Vida Sustentáveis) – CCSL)

CCSL é um projeto que lida com criativdade e estilos de vida sustentáveis. Mais precisamente, discute as potencialidades da criatividade colaborativa do dia a dia para a criação e difusão de estilso de vida mais sustentáveis em ambientes urbanos de países emergente, com foco no Brasil, Índia e China.

São avaliados casos que deram certo e, a partir deles, modelos e metodologias são criadas para se adaptarem em outras situações de possíveis casos de comunidades criativas.

O site é em inglês, mas para mais informações, tem os nomes das instituições e envolvidos (professores e alunos) no site. Basta entrar em contato 🙂


Capa do material com foco na África

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Não é de hoje que o consumo dos recursos naturais ultrapassa as capacidades da Terra, sendo os países ditos desenvolvidos os principais responsáveis por tal consumo, o que os leva, por pressões públicas e governamentais, a partilhar valores e conhecimentos por meio das dimensões social e ambiental com os demais países, a fim de diminuir problemas como desigualdade de acesso à cultura, emprego, exclusão social, devastações florestais, etc.

A sustentabilidade é onde queremos chegar, e, para tal, devemos seguir caminhos e fazer escolhas coerentes com tal conceito.

Entre as ações necessárias para alcançarmos este fim, está a modificação do conceito de (produção em) design, em prol de um desenvolvimento sustentável, o que influencia na mudança cultural de uma sociedade, criando valores e modificando os já existentes a respeito da atual sociedade de consumo para uma sociedade de uso, como explica Kazazian.

Como designers, temos a capacidade de influenciar na cultura de um povo, de criar valores, estimular hábitos e desenvolver cenários. Todas essas capacidades podem ser efetivadas se o processo de concepção tradicional for substituído por outro: ecoconcepção.

Tal método se faz necessário uma vez que cada produto é um “poluidor nômade”, pois cada etapa do seu ciclo de vida produz impactos sobre o meio ambiente.

Para evitar tal adjetivo, podemos observar e nos basear na natureza para absorver os princípios para tal concepção (ciência conhecida por Biomimética). Dentro deste processo, está incluso a ACV – Análise do Ciclo de Vida – que tem por objetivo avaliar os impactos ao longo da existência de determinado produto, passando por todas as fases – extração de matérias primas, produção, distribuição, utilização e descarte.

Esta análise busca identificar pontos em que há possibilidade de melhorias, levando a uma melhor utilização e conservação do produto, aumento na qualidade de vida dos usuários, mais eficiência no aproveitamento dos recursos naturais, estabelecimento de zonas industriais, etc.

Em paralelo, devemos nos esforçar para transformar a atual sociedade de consumo em uma sociedade de uso, em que a posse dos produtos é complementada ou substituída por ofertas de serviços. A necessidade dessa mudança surge quando constatamos que a capacidade de produção e manutenção de matérias e recursos pela natureza está abaixo da capacidade de absorção de resíduos gerados.

Oferecer serviços além de produtos faz com que a empresa diversifique seu mercado e atividades, e, conseqüentemente, sua relação com os clientes. Essa nova relação, mais íntima e confiável, se torna cada vez mais rentável para os três lados: a empresa cria vínculos mais difíceis de serem rompidos com o cliente, gastam menos com publicidade e marketing, tem maiores chances de acertar a vontade e gosto do público; os clientes se sentem mais seguros e melhor atendidos; e o meio ambiente é poupado da extração de mais recursos e matérias primas.

Por muitos motivos a desmaterialização se faz necessária, e o design é um meio que possibilita tal processo, seja escolhendo a matéria prima (e sua origem), os processos e tecnologias de produção, as interações e possibilidades em cada produto/serviço, preferindo sempre o optimum* ao máximo.

Texto elaborado a partir da leitura do livro Haverá a Idade das Coisas Leves, de Thierry Kazazian.
*optimum:  o mais favorável, o justo necessário

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Terminei de ler o livro Plano B – o design e as alternativas viáveis em um mundo complexo, de John Thackara.

O livro é excelente, principalmente quando aborda o tema relações, falando sobre duração, proximidade, crescimento.
Sempre que possível, e achar interessante, escreverei algo ou colocarei alguma citação do livro.
Pra começar, vou colocar uma parte do capítulo 13: desenvolvimento.

[…] As nossas conclusões provisórias, resultants de vários anos de discussão, são as seguintes Regras de Envolvimento para designers e pesquisadores de estilo de vida que trabalham fora de seu território:

Regra nº1
Na dúvida, o desenvolvimento começa em casa. Procure por perto, além de procurar longe. É mais fácil melhorar os recursos humanos, a cultura, a herança, as tradições, o know-how e as habilidades da cultura local do que de uma cultura distante.

Regra nº2
Trabalhe para pessoas reais, não para categorias. Fique alerta sempre que ler as palavras “os pobres” (ou “os idosos”, “os cegos”, “os deficientes”). Esses hábitos casuais e difundidos da linguagem excluem a alma e a humanidade das pessoas. Se você não acredita, pergunta a uma pessoa cega.

Regra nº3
Respeite o que já existe. A maioria dos designers é treinada para mudar as coisas primeiro e fazer perguntas depois. É muito melhor utilizar o olhar de um designer para revelar o valor oculto e mobilizar recursos locais ocultos.

Regra nº4
Capacite o pessoal local. Qualquer ação de design que reorganize locais e relacionamentos é um exercício de poder. Um bom teste para a sensibilidade de uma proposta de design é se perguntar se ela capacita as pessoas a aumentar o controle sobre o próprio território e recursos.

Regra nº5
Comprometa-se a longo prazo. Leva tempo entender uma situação, leva tempo escutar o pessoal local e conquistar sua confiança, leva tempo para que as soluções apropriadas venham à tona. […]

Regra nº6
Pense pequeno. Pequenas ações de design podem ter grandes consequencias, muitas das quais podem ser positivas.[…] Leia Small Change (Pequena Mudança), de Nabeel Hamdi, para exemplos inspiradores do poder de pensar pequeno.

Regra nº7
Pense em termos de sistemas integrados. O design de um dispositivo, como uma bomba d’água, ou um sistema de irrigação, não representa muito mais do que 10% da solução completa. Os outros 90% envolvem distribuição, treinamento, manutenção e acordos de serviço, parcerias e modelos de negócios.

Para quem pretende estudar/trabalhar com design social, sustentabilidade, , desenvolvimento local, comunidades criativas, gestão, recomendo demais o livro.

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No dia 19 de maio de 2008 foi realizado em Vitória-ES, no Teatro Universitário, o Ciclo de Debates “Estado e Sociedade”, com o tema Mudanças Climáticas.

O evento contou com a participação da jornalista da Rede Globo, Miriam Leitão; o engenheiro do Inpe, Dr. Carlos Nobre; o comentarista do programa Ecopolítica, Sérgio Abranches; e o presidente do Instituto Pereira Passos, Dr. Sérgio Besserman Vianna.

O evento discutiu as questões colocadas pelo aquecimento global a partir do conhecimento produzido pela ciência, mas com foco nas mudanças econômicas e sociais e sem perder a perspectiva de que é o processo político, em todos os seus níveis, da escala global, até o plano das cidades, que irá atrasar ou impulsionar o enfrentamento dos grandes desafios colocados para a humanidade.

APRESENTAÇÃO

Este ano o evento terá como tema Mudanças Climáticas e a Economia, e será realizado no dia 26 de outubro, novamente no Teatro da Ufes, em Vitória. O evento que acontece das 14h às 18h30, reunirá vários especialistas do Brasil para debater os desafios da mudança climática no contexto da crise econômica global e das oportunidades da agenda do desenvolvimento sustentável.

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As mudanças na matriz energética e os investimentos necessários para evitar os piores cenários do aquecimento global podem vir a ser parte importante dos esforços para a recuperação da economia mundial.

Estas transformações terão grande impacto em todos os países do mundo. O conhecimento é a chave para que o Brasil e o Espírito Santo preparem-se para compreender o novo quadro e seus desafios.

Conhecer as conseqüências da mudança climática global e medir as emissões de gases de efeito estufa no estado do Espírito Santo permitirá à sociedade capixaba situar-se no novo ambiente de negócios e aproveitar suas oportunidades, planejar políticas públicas de forma mais eficiente e reduzir os custos dos inevitáveis impactos do aquecimento global.

O evento conta com um blog, que terá informações relacionadas ao tema, aos convidados, notícias, e outros, como a programação (que já está disponível).
E para alimentar o blog, o PREA foi convidado! Faremos posts pertinentes ao tema, juntamente com a equipe da LCA Promo, empresa que está organizando o evento, além de colaborarmos  com ideias para fazer com que o evento seja o mais correto (ambiental e socialmente falando) possível, dentro dos limites de tempo e custos que existem.
Desde já agradeço a Diana Padua por nos convidar a fazer parte da construção deste evento e esperamos que vocês daí do Espírito Santo participem deste promissor ciclo de debates 🙂

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Vocês lembram deste post sobre o 2º Simpósio Brasileiro de Design Sustentável?
Pois bem. Temos mais palestrantes confirmados!

Além de Jan Carel Dlehl, John Thackara, Mugendi M’Rithaa e Carlo Vezzoli, como havíamos noticiados antes, teremos as presenças de Cyntia Santos Maleguti de Souza, Lia Krucken Pereira, Rejane Spitz e Fernanda de Oliveira Martins.
Tá valendo cada vez mais a pena ir ao evento 🙂

E já saiu a lista do artigos aprovados. Clique aqui e veja!
Tivemos 12 artigos do Paraná, 9 de Santa Catarina, 4 de Pernambuco, 1 do Pará, 9 de São Paulo, 4  de Minas Gerais, 6 do Rio de Janeiro, 7 do Rio Grande do Sul, 3 da Paraíba, 1 de Alagoas, 1 da Bahia, 7 NI (que eu não faço a ideia do que seja. Me desculpem).

As inscrições estão na segunda fase. Clique aqui e faça a sua.

Vejo vocês lá! 😀

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e-mail criado!

Prontinho. E-mail do PREA foi criado! Se tiver alguma dúvida sobre o projeto, alguma dica, reclamação, se tiver um texto bacana e quiser divulgar, um e-mail institucional, quiser ajudar de alguma forma ou se quiser bater papo também, desabafar, conta “causo”, é só enviar para projetoprea@gmail.com.
Estou esperando 😉

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