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Archive for julho \31\UTC 2008

O novo presidente do Ibama, Roberto Messias (olha o nome), já chegou fazendo besteira: Angra 3 ganhou licença prévia e obras já podem ser iniciadas, porém com 60 condicionantes. Uma quantidade enorme, mas que não compensa a construção da usina. Detalhe que Carlos Minc (ministro do Meio Ambiente) é contra energia nuclear, mas não fez nada.
O que mais me deixa indignado é que com os recursos para a construção da usina, cerca de R$8 bilhões, poderia ser construído um parque eólico com o dobro da potência em um terço do tempo, gerando 32 vezes mais emprego.

Ativistas do Greenpeace já fizeram um manifesto em frente ao Ministério do Meio Ambiente, em Brasília.


E outro no Rio de Janeiro:

Quem quiser protestar, pode mandar um torpedinho pro Messias. Clicando aqui neste link, você tem o número e outras informações da campanha, mas não achei o email que eles falaram que também tem. Se alguém achar, avisa pra gente 🙂

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Todo mundo tem, pelo menos, um objeto que não utiliza mais, mas ainda está em condições de uso.
Você não consegue encontrar alguém que precise, tem pena de jogar fora, e o objeto continua lá, parado, sem utilidade.
Para tentar resolver isso, surgiu o Freecycle.

É uma organização sem fins lucrativos que cria uma rede entre pessoas que querem doar e outras que querem receber. Hoje existem grupos em 75 países, incluindo o Brasil. No país, os grupos estão em Boa Vista, Brasília, Curitiba, Niterói, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e Uberlândia.
Um novo grupo pode ser criado em sua cidade, mas lembre-se: o moderador terá algumas responsabilidades.

Para participar, basta procurar o grupo mais próximo de sua cidade e se cadastrar. A partir daí, fara parte de uma lista de email, que é moderado por um voluntário. A pessoa que quer doar envia um email anunciando. Quem tiver interesse responde. Se houver mais de um interessado (o que é muito comum), o doador terá que escolher o ‘presenteado’. 😀
É importante verificar quem são os interessados. Como tudo no Brasil, existem pessoas de má fé, que recebem as doações e as vendem depois. Acontece também de estudantes que moram em repúblicas buscarem estas doações. Procure se informar quem realmente precisa, como uma instituição, associação.

Além de estimular o senso de generosidade, a rede promove a sustentabilidade e o hábito de reutilização.
Entre no grupo de sua cidade e faça parte desta iniciativa! Todos serão beneficiados 😉
(dica de Paula Maria + akatu)

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[dicas do dia: horta em casa, revista vegetarianos, comunidade do PREA]

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Os anos vão passando e a crueldade com os animais vão piorando. Realmente não entendemos que tipo de evolução é essa que tanto falam.

Bom, vamos aos fatos:
1. China
A China, como muitos sabem, não é um dos países mais generosos com os animais. Crueldades SEM LIMITES acontecem por lá todo dia. O mercado de pele de lá é uma das atividades mais imbecis que existem no mundo.
O PETA (People for the Ethical Treatment of Animals, “Pessoas pelo tratamento ético dos animais”, em português), criou uma campanha para mostrar o que acontece nas fazendas de pele da China. É forte, mas acreditamos que todos precisam saber o que acontece neste país que por muitos é elogiado e admirado. Já que eles resolveram se expor nas Olimpíadas, vamos aproveitar e mostrar o que acontece por trás dela.
Eu digo que a China cavou a própria cova, e isso me faz feliz.
Clicando na imagem abaixo você terá alguns poucos exemplos. Para ver outros, só clicar aqui.

2.CRMV-SP
O CRMV-SP (Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo), na figura do seu presidente, Sr. Francisco Cavalcanti de Almeida, tenta derrubar a Lei 12.916 e retomar a execução de cães e gatos nas carrocinhas do Estado de São Paulo.
Por motivos ainda desconhecidos e argumentos confusos, o CRMV protocolou ação no judiciário, com pedido de liminar, para que a Lei 12.916, de autoria do Deputado Feliciano Filho-PV, fosse suspensa.
Com isso, esperava-se retomar, imediatamente, a execução de animais sadios em todo o Estado.
A primeira rodada revelou-se a favor da Lei, pois o Exmo. Dr. Desembargador NEGOU o pedido de liminar, e a ação prossegue em julgamento.
O PEA (Projeto Esperança Animal) elaborou um manifesto virtual direcionado ao Presidente do CRMV que também será, posteriormente, enviado ao Exmo. Desembargador que julga a ação.


Pedimos que você participe desse manifesto através do site do PEA e divulgue para o maior número de pessoas que conseguir. Precisamos colaborar para que a Lei seja mantida.
A intenção é reafirmar ao presidente do CRMV a impopularidade da ação, e demonstrar ao Exmo. Dr. Desembargador que a decisão de negar a liminar está em conformidade com os anseios da sociedade.
fonte: www.pea.org.br

3. Revista Época.
O site da Revista Época lançou uma enquete um tanto quanto forçada a respeito do uso de animais em testes (cobaias).
Para ir na enquete e votar NÃO, clique aqui. Para saber o que acontece, clique aqui.

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Oi pessoal! Desculpem o sumiço, mas é que estamos recebendo aqui no estado (Espírito Santo – ES) a visita de um pessoal que se perdeu e veio parar nas nossas praias. Os Magalhães, conhecem?
(já que você clicou no link acima e leu um pouquinho sobre eles, vou continuar)

Pena que esta visita não foi programada :/ . Eles se perdem nas correntes marítimas se espalhando por grande parte do litoral brasileiro, sendo encontrados desde Santa Catarina, até a Bahia. A maioria deles já chega à costa do Brasil com doenças e sem forças, e muitos não resistem.
Aqui no estado eles estão sendo recolhidos pelo IBAMA e Polícia Ambiental e levados para o Instituto Orca, em Vila Velha. Lá eles são tratados e quando estão mais fortes, são levados para o Planet Sub, em Guarapari. Após isso, quando estão melhores, são devolvidos à natureza.

Porém, para que isso ocorra, todos tem que ajudar. Como?
Banhistas e demais pessoas na praia: quando encontrar um pingüim, devem ligar para o Ibama no telefone 9246-4626 ou Instituto Orca (3329-4208). Se não tiver conhecimento, não tente pegá-los. Eles, além de poderem estar doentes, podem estar com medo e fome, e acabam machucando alguém sem querer.
Pescadores: doando os peixes para a alimentação deles. Pescadinha, Trilha e Cabeça-Dura são os que servem de alimento. (para confirmar, basta ligar para o Orca)
Qualquer pessoa: ligando quando encontrar algum, doando os peixes citados, doando agulhas 0.7×25, algodão, Drontal Plus, soro fisiológico injetável, não poluindo rios e mares, trocando as lâmpadas incandescentes por fluorescentes, separando o lixo seco do úmido, lutando contra a caça predatória e ilegal, contra a exploração animal, promovendo a educação ambiental, reduzindo o consumo de energia, etc.
Fazendo a sua parte, mesmo que esta pareça pequena.

“Sou uma gota no oceano, mas, sem mim, ele seria menor.” Madre Teresa.

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Acho que tá na moda fazer atrocidades e chamar de outra coisa, tipo ciência. Agora é Festival.
Quem for aí da região ou puder comparecer e protestar em frente, será muito válido!
Nós do PREA já enviamos nosso email de protesto e desprezo a este evento. Faça sua parte:
O fone do Le Vin Bistro Jardins é (11) 3081-3924. É possível enviar mensagens pela página http://www.levin.com.br/levin/contato/

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(matéria enviada por Caio Simão. Valeu garoto 😉 )

Não é de hoje que sabemos da reputação do Japão no quesito caça às baleias.
Apesar da moratória à caça comercial vigorar desde 1986, o Japão possui uma cota de captura científica na Antártida que atinge cerca de mil baleias por ano. Tsuyoshi Iwata, diretor-assistente da Divisão Oceânica da Agência de Pesca do Japão, usa vários argumentos para justificar a intenção do país de voltar a caçar comercialmente. Diz que é preciso matar animais “para pesquisa”.

Isso de falar em pesquisa não cola mais: 5.000 toneladas de carne de baleia são vendidas ao ano no país.
“Nós temos tradição de comer carne de baleia. E, no futuro, esse uso deve ficar ainda mais importante em razão da crise mundial de alimentos”
Ah claro. Como se as baleias tivessem culpa na crise de alimentos. Daí em vez do Japão ajudar para evitar/diminuir esta crise (afinal, eles também são muito culpados), eles vão é matar as baleias e tudo será resolvido, certo? Menos, senhor Iwata. Menos.

Iwata ainda fiz que “é preciso matar as baleias para ver o que tem dentro, e saber idade e tamanho.” Sara Holden, coordenadora internacional da campanha de Baleias do Greenpeace, ironiza esse tipo de afirmação. “O conteúdo do estômago é o mesmo de muitos anos atrás. E é possível saber aproximadamente idade e tamanho sem matar.”
Boa Sara!

Iwata, porém, afirma que, quanto mais baleias forem mortas, mais estatística haverá para provar que é viável voltar a caçar de maneira comercial.
A partir de amanhã, Sr. Iawata, vamos soltar alguns serial killers. Mais estatística haverá para provar que eles realmente são violentos e precisam ser presos.

Mesmo assumindo considerar o abate de baleias natural, os japoneses ainda parecem sentir certo constrangimento com a ação. Leandra Gonçalves, do Greenpeace, seguiu navios na Antártida entre o final de 2007 e início deste ano. “Decidiram não caçar na nossa frente. Perseguimos a frota por duas semanas e impedimos a caça de mais de cem baleias.”
Ótimo notícia. Só acho estranho uma coisa, Sra. Leandra.
O Instituto Sea Shepherd Brasil, que luta há mais de 30 anos para a preservação da vida marinha, e que tem como fundador Paul Watson, também fundador do Greenpeace, recentemente pediu apoio ao GP para lutar contra a pesca de baleias no Santuário Ártico. E o que foi que vocês falaram? Nada.

Bom, enquanto isso, na Dinamarca, país superdesenvolvido, acontece todo ano um festival de massacre de baleias. As crianças também participam, afinal, todos tem que se divertir, né?!
Eu fico tentando entender o que eles pensam. Juro que não consigo.
Vou continuar fazendo minha parte, que eu sei que um dia a gente muda isso.


Na Dinamarca.

No Japão.

Baleia Minke, viva, se divertindo, nadando. Viva.

Baleia Jubarte, viva, dando um salto numa manhã.

Ativistas na Austrália, contra a matança das baleias.

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Uma dica da Diana Padua muito interessante. (valeu a dica 😉 )

Este sempre foi um problema muito discutido e alvo de muitas pesquisas, o que é muito bom.
O Dr. Joseph Greene (especialista em questão sobre resíduos plásticos) diz que “talvez plásticos regulares levem mil anos para se decomporem”.
É aí que entra a farsa, diz Greene. Ele fala que os oxidegradáveis ficam em pequenos pedaços, mas não somem, o que dificulta mais ainda a coleta deste material e facilita a disseminação das substâncias tóxicas para o solo.
Essas substâncias estão presentes nas pinturas e tintas, principalmente, e o cobalto é uma delas.
O que eles (fabricantes das sacolas, por exemplo) fazem é aumentar a oxigenação e cortar o material em pequenos pedaços, assim parecendo que eles desaparecem, mas é pior ainda, pois se espalham com mais facilidade. Esta característica afeta em muito os animais também. Os peixes e tartarugas, por exemplo, podem ingerir estes plásticos/resíduos e morrerem. Caso sobrevivam, no caso dos peixes, eles são pescados e comidos , trazendo junto o que comeram também.

E o que pode ser feito?
Uma solução que alguns estados dos EUA adotaram foi a proibição da venda de sacolas. Supermercados, universidades, escritórios e outros não usam mais este tipo de material.
O que muita gente tá fazendo também e guardando as sacolas plásticas e utilizando-as o máximo possível, normalmente em outras compras. (eu já tentei fazer isso aqui e quaaase tive sucesso total. depois conto esta história 🙂 )

O que é muito interessante e podia ser adotado aqui no Brasil (algum lugar já tem isso?) é o seguinte:uma lei, que nem na Califórnia, que obriga todas as agências governamentais (?), inclusive escolas, a terem no mínimo 50% de reciclagem.

Bom, isso é um resumo da entrevista. Aqui neste link tem ela na íntegra.
Enquanto isso, que tal usarmos sacolas retornáveis? Tem várias opções e ainda dá pra fazer em casa!
Aqui temos um bom exemplo. 🙂

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