Oi galera!
Como vocês sabem, mesmo com Semana Temática rolando, os posts sobre outros assuntos também continuam.
Vegetarianismo é a matéria principal do No Entanto, jornal experimental dos alunos de Comunicação Social da Ufes (Federal do Espírito Santo). Além disso, saiu uma matéria sobre o PREA
Demais, né?!
O título é “Vegetarianismo – Muito mais que uma modinha dos tempos contemporâneos.”, escrita por Cristiane Britto, Jananda Soares, Maria Aidê e Taynã Feitosa.
Logo no começo, elas escrevem que foram comer no restaurante vegano Sol da Terra, que fica no Centro de Vitória-ES. Colocaram assim: [...]As repórteres, duas vegetarianas e duas carnívoras… .
*Pausa para correção: duas vegetarianas e duas onívoras.
Foram entrevistados 4 estudantes da Ufes, sendo 3 veganos e 1 ovo-lacto-vegetariano.
As explicações que eles deram sobre se tornarem vegan/ovo-lacto-vegetariano foram: o amor aos animais, preocupação com a saúde, com o aspecto econômico, Bramanismo (filosofia religiosa indiana).
*Aqui um comentário dum entrevistado que muito me agradou: “[...] Não me sinto no direito de tirar a vida de um outro animal e sei que isso reflete na relação que tenho com outros humanos e com a natureza.”
Perfeito isso. Não temos esse direito. “Um outro animal”. É exatamente isso que somos.
No próximo tópico, A vida de um vegetariano na Ufes, elas escrevem sobre a dificuldade encontrada pelos vegetarianos para se alimentarem na universidade, que, segundo o entrevistado, é uma das poucas que não possui um cardápio adequado aos vegetarianos, ao contrário da USP, UFV, Unicamp, UEL e UnB.
Tarciso e um grupo de amigos estão se organizando para reunir 1000 assinaturas e levar à reitoria, reivindicando um novo cardápio para o restaurante universitário (RU).
Em seguida, no tópico Tradição familiar, foram entrevistadas duas mulheres que nunca comeram carne: Aldrey Romano, vestibulanda, 17, e Surya Cantarino, aluna de Química, 23.
O que achei muito interessante é que Aldrey é filha de pai gaúcho e mãe vegetariana, adepta à cultura oriental. Só que não entendi muito bem essa característica da mãe dela. Que cultura oriental? Em quais aspectos? Isso é muito relativo. Vamos torcer pra ela ler o blog e responder pra gente
Já na famíla de Surya todos são ovo-lacto-vegetarianos
.
No último tópico, Ser ou não ser?, temos duas opiniões a respeito do vegetarianismo.
A primeira é da nutricionista Diana Silva, que diz que não ingerir alimentos de origem animal provoca carência de ferro, nutrientes e proteínas, mas que podem ser compensadas com leguminosas, como feijão, grão-de-bico e lentilhas. Ela relata também que a maior carência é de vitamina B12, existente na carne animal e que, embora encontrada também em certas verduras, não é suficiente.***
***Bom, realmente a B12 é algo com que se preocupar. Muitos veganos fazem a suplementação da vitamina com cápsulas, mas não sei ao certo como isso funciona (lembrar de pesquisar). Ovo-lacto podem se preocupar um pouco menos, já que a B12 está presente no ovo, leite e derivados.
E por último a opinião do clínico geral Marco Antônio Ortiz, que explica que o sistema digestivo humano é propício ao vegetarianismo já que é longo, assim como nos outros animais que são vegetarianos.
*Pausa para comentário. Além disso, tem a questão da arcada dentária, olfato e outros. Veja o vídeo.
Marco é vegan há 35 anos, não tem problemas de saúde, nunca tomou remédio e seus 7 filhos nunca foram vacinados. Todos tem excelente saúde.
*Comentário. Explicando pra quem não entender o porque de não tomar remédios e vacinas. Até onde eu sei, todos (ou 95%) os remédios e vacinas são testados em animais, e o veganismo é contra esta atitude.
E sobre a matéria a respeito do PREA, eu falei (e elas escreveram) que o vegetarianismo é um dos temas tratados por nós e que o blog surgiu a partir da necessidade de promover a educação ambiental, esta que tanto nos falta. Elas colocaram que “Sua proposta é servir como ponte entre o visitante e a construção de um mundo sustentável, por meio de variadas informações”.Certíssimo! E relata também da nossa participação no 18º NDesign, em Manaus.
ERRATA
Bom, tá tudo lindo na matéria, só com um pequeno problema. Mentira. Pequeno não. Imenso.
Infelizmente, em vez de me pedirem o logotipo do PREA, pegaram a brincadeira que fiz com ele, quando falei sobre o RDesign.
Eu, como estudante de Design, sei da importância de um logotipo e o que ele representa. Ele tem um conceito e a sua utilização de forma errada pode inverter este, além de prejudicar a identidade visual do projeto.
O logotipo do PREA não é esse com ela sorrindo (sim! nosso símbolo/mascote é uma moça
), e sim este:

Bom, tomara que isso não se repita. No mais, agradecemos a oportunidade de mostrar nosso projeto, parabenizamos a equipe pela iniciativa e pela escolha da matéria principal e torcemos para que os leitores revejam seus conceitos, ideais e opiniões a respeito do vegetarianismo e da educação ambiental e, quem sabe, nos ajudem nessa luta pela preservação das espécies.
[semana temática continua]


Muito boa a matéria. Espero que a cada dia possamos deparar com matérias sobre o vegetarianismo e o veganismo.
A sociedade precisa saber da importância de uma alimentação correta e não existe uma outra alimentação não sendo vegetariana.
Precisamos levar essa cosciência as pessoas a nossa volta até pela Libertação Animal.
Não precisamos matar um animal indefeso pra nos alimentarmos. Isse idéia é atrasada.
Se não abrirmos o nosso coração, o cardiologista vai abrir pra nós.
Go Vegan o/
Poxa, quanto ao logotipo, nós demos uma revirada geral no blog e no google. Foi complicado encontrar e o jornal precisava ser fechado.
Saiba que tentamos, ok?
: )
Acho importante qualquer conscientização para diminuição do consumo de carne, embora não simpatize com as ideologias por trás do movimento para libertação animal. Comer animais é natural, e se o homem é apenas “outro animal” também tem direito de comer o animal que quiser.
Realmente o consumo de carne mundial é exagerado e responsável por MUITOS problemas ambientais e socioeconômicos; e uma vez que já não vivemos de maneira natural – mas civilizada – teremos que aprender que não temos o direito de exagerar nesse consumo com as consequeências dos nosso atos.
De qualquer maneira me preocupam essas pessoas que não vacinam seus filhos. Se um dia o mundo inteiro virar vegan, certamente bilhões de pessoas simplesmente morrerão em pandemias diversas. Se atualmente, mesmo com as vacinas temos dificuldade em impedir a próxima “Gripe Espanhola” que é iminente, imagine sem vacina nenhuma.
Na natureza animais dependem de animais para sobreviver. Estamos diante de dois extremos ideológicos fadados ao fracasso: a sociedade civilizada que explora os animais até a exaustão, e o veganismo que prega a total independência do homem aos animais.
Minha opinião é a de que devemos ser naturais, moderados e sensatos.
Como posso contactar o jornal noentanto ou a pessoa que está organizando o abaixo assinado (Tarciso)?
obs.: sou estudante da ufes e vegetariano.