Feeds:
Posts
Comentários

Não sei se todos lembram, mas do dia 18 a 25 de julho deste ano acontecerá em Pernambuco o 19º NDesign – Encontro Nacional de Estudantes de Design.

Como em todo evento, cada participante recebe um kit, contendo normalmente bloco de anotações, caneta, crachá, as vezes régua, um guia com todas as informações sobre o evento e, dependendo do local e da criatividade/boa vontade/preocupação da comissão organizadora, algo a mais, como caneca e cachecol (NDesign Floripa 2007).

Este ano o evento tem como conceito o Design Social, e isso sem dúvida engloba a sustentabilidade.

Como colaboração, nós do PREA resolvemos dar conta dos bloquinhos. Mas como? Fácil (pelo menos a idéia)!
Sabe aquelas folhas que você (ou a pessoa do computador ao lado) imprime de um lado só e depois acha que é lixo?
Pois é. Nós nos empenhamos e conseguimos juntar mais de 21 mil folhas formato A4.
blocos 002

Com o apoio da Gráfica Santo Antônio, conseguimos mais de 4 mil blocos! Todo participante do NDesign PE 2009 vai receber um no kit!


blocos 006

Recebemos algumas doações de pessoas físicas e jurídicas, e iniciamos uma campanha no NE@AD (onde eu trabalho), para que esta iniciativa continue.
Foi muito difícil juntar tudo. Não digo isso só pelo peso (cada caixa dessa pesa 19kg), mas principalmente pela falta de costume das pessoas em reaproveitar materiais.

“Ah, mas tenho que levar na gráfica e tal?” Não necessariamente. Nós levamos pois eram muito blocos e precisaríamos de ajuda para montá-los, além do que queríamos envolver uma gráfica no processo, para que eles percebessem também que podem colaborar, já que sobra de papel é o que mais tem por lá. Mas pra fazer em casa ou no trabalho, basta não jogar as folhas fora (pra começar) e grampeá-las, usando o verso do papel. Caso queira menor, corte o papel em 2 ou em 4. Simples :)

Esperamos que, com essa semente plantada, cresça e desenvolva em cada um de vocês uma consciência ambiental, criando novos hábitos e estimulando atividades que preservem o nosso meio ambiente.

Obrigado a todos que ajudaram e esperamos que isso prossiga :)

bloquinhos 001
antes

bloquinhos 003
depois

A Sea Shepherd apresentou o mais novo barco da equipe: o Earthrace.

É o barco mais moderno e rápido do mundo. Foi construído com o objetivo de bater o recorde de circum-navegação. Possui uma forma completamente inovadora, e foi projetado para superar todas as condições do mar: submergindo nas ondas maiores, sem perder velocidade. Sua aerodinâmica foi toda projetada para que os ventos contrários não atrapalhem sua navegação, e que os ventos favoráveis sejam totalmente aproveitados. Como combustível, usa o biodiesel. Com essas qualidades e sua grande velocidade, torna-se num instrumento perfeito para interpor-se entre as baleias e os arpões dos navios japoneses.

O Earthrace perderá sua cor alumínio e será pintado de preto, a cor do Sea Shepherd e será a mais poderosa arma já vista num movimento de defesa dos animais. Mas segundo o capitão Paul Watson, o barco em si não será a arma principal, mas sim as câmeras de vídeo usadas para mostrar o pouco caso que os japoneses fazem dos tratados e do mundo. O navio Steve Irwin também estará recebendo tratamento especial para reparos na forma de $500.000, pois saiu danificado em conflitos com os japoneses no inicio do ano.

Como o Earthrace é todo fechado, o Steve Irwin continuará sendo a base para lançamentos de ‘bombas-fedidas-e-escorregadias’ lançadas contra os navios baleeiros pela equipe da SS.


Com certeza agora a defesa direta das baleias (e indireta de todo ecosistema marinho) será mais forte.
Quem assistiu a série Whale Wars viu muito bem como é dura a batalha, mas que a SS se empenha muito. Imaginem agora! :D

Um excelente trabalho de Design (além das outras ciências, claro) que ajudará demais a defesa do meio ambiente.

Fiquei contente demais com a notícia, e hoje mesmo farei minha doação mensal, afinal eu sou Capitão :)

Mais informações: ANDA

Saiu hoje no jornal A Gazeta (aqui no ES), na capa do caderno de Imóveis, uma reportagem sobre “prédios verdes”.

A matéria fala sobre sustentabilidade na construção civil e arquitetura que, cada vez mais, se mostra necessária e econômica, sendo assim bastante viável.
Esse investimento não chega a 5% no valor total da obra, e o melhor: não altera em nada o preço para o comprador, porém é algo valorizado (não só financeiramente) numa posterior venda/negociação.

Infelizmente ainda não é a consciencia sobre gastos, aproveitamento, reutilização que vem aumentando o interesse no assunto, mas sim o lado econômico. Mas acredito que seja uma questão de tempo. “Em dois anos devemos comemorar um avanço  no conceito de construção sustentável, e  o consumidor vai se interessar cada vez mais por isso.“, afirma Pedro Zamborlini,  vice-persidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo.

A reportagem além de demonstrar alguns investimentos e suas economias relacionados a soluções sustentáveis,
mostra também o que pode ser feito num condomínio já construído, alguns passos para a construção sustentável.

Há um informe sobre o 1º Seminário Sinduscon de Construção Sustentável, que será dia 30 deste mês e dia 1 de julho, no auditório do Findes-Vitória, das 13h à s19h. Inscrição R$40,00 (estudante), R$60,00 (associados) e R$90,00 (outros).
Maiores informações: 27 3434.2050 ou no site do seminário.

Antes de serem postos no mercado, produtos  como shampoo, cremes para o rosto, detergentes são testados em animais para “terem certeza” que não irão causar danos a pele humano, como alergias e inflamações.

Pra começar, uma incoerência: se será usado por seres humanos, que sejam feitos testes em pele humana, no mínimo (eu já sugeri e continuo com ideia de pegar presidiários que são condenados por crimes considerados ‘inaceitáveis’, como estupro, e usá-los para realização de testes, afinal já estamos pagando uma bela quantia para mantermos eles na prisão sem fazer nada. Enfim, este é outro assunto. Só deixei a dica.).

Felizmente, como a sociedade está cada vez mais consciente que esta atitude com os animais é extremamente absurda, muita gente se recusa a usar produtos que tenham sido testados neles.
Graças a isto, um sistema totalmente automatizado para a fabricação de peles artificiais de dupla camada está sendo desenvolvido, e não é só para este fim. Além disto, a medicina também tem interesse, afinal sempre há necessidade de tecidos saudáveis para transplantes.

Mais informações: ANDA

Será o fim de parte da (desnecessária) exploração animal?
Bom, é um começo.

Mas enquanto isso na Rússia, mais de 600 veados siberianos são mutilados e seus chifres são vendidos para empresas de farmácia. Vale a pena? Eu aposto que se algo similar fosse feito com os cães de raça de madames, essa situação ou não existiria ou seria totalmente inaceitável.

Obrigado Irina pela dica da primeira notícia! Abraços :)

E ASSISTAM O VÍDEO NO POST ABAIXO! EXCELENTE ANIMAÇÃO DA PIXAR SOBRE A ORIGEM DOS ANIMAIS!

Uma animação da Pixar explicando a origem dos animais (isso inclui o bicho-homem).
Cinco minutos muito simpáticos e com uma bela mensagem :)

Clique aqui e veja.

Uma empresa de New Jersey criou um protótipo de microondas para queimar pneus velhos. O forno reorganiza as moléculas de carbono e hidrogênio dos pneus gastos, gerando três tipos de combustível: o óleo (capaz de servir como matéria-prima em uma refinaria de petróleo, por exemplo, ou mesmo como combustível para motores a diesel); uma série de gases específicos (que, uma vez queimados, geram eletricidade); e ainda um terceiro material, este mais sólido, usado como carvão.

Atualmente, os pneus reciclados podem se transformar em asfalto de borracha, sola de sapato, tapetes para carro, pisos industriais, quadras poliesportivas, rodas para carrinhos de supermercados, artigos para jardinagem entre outros materiais.

fonte: auxina

As universidades de Harvard e Cambridge publicaram recentemente uma lista com 20 conselhos saudáveis para melhorar a qualidade de vida de forma prática e habitual:

01 – Tomar suco de laranja.
Um copo de suco de laranja diariamente para aumentar o ferro e repor a vitamina C.
(complemento meu: independente da fruta, tome sempre um suco por dia)

02 – Comer laranja regularmente (a fruta).
Reduz em 30% o risco de câncer de pulmão.
(complemento meu: coma uma fruta por dia)

03 – Salpicar canela no café.
Mantém baixo o colesterol e estáveis os níveis de açúcar no sangue.

04 – Trocar o pãozinho tradicional pelo pão integral.
que tem quase 4 vezes mais fibra, 3 vezes mais zinco e quase 2 vezes mais ferro que o pão branco.

05 – Mastigar os vegetais por mais tempo.
Isto aumenta a quantidade de químicos anticancerígenos liberados no corpo. Mastigar libera sinigrina. E quanto menos se cozinham os vegetais, melhor efeito preventivo têm.

06 – Adotar a regra dos 80%.
Servir menos 20% da comida que ia ingerir evita transtornos gastrintestinais, prolonga a vida e reduz o risco de diabetes e ataques de coração.

07 – Fazer refeições coloridas como o arco-íris.
Comer uma variedade de vermelho, laranja, amarelo, verde, roxo e branco em frutas e vegetais, cria uma melhor mistura de antioxidantes, vitaminas e minerais.

08 – Comer pizza.
Mas escolha as de massa fininha. O Licopene, um antioxidante dos tomates pode inibir e ainda reverter o crescimento dos tumores e, ademais, é mais bem absorvido pelo corpo quando os tomates estão em molhos para massas ou para pizza.

09 – Limpar sua escova de dentes e trocá-la regularmente.
As escovas podem espalhar gripes, resfriados e outros germes. Assim, é recomendado lavá-las com água quente pelo menos quatro vezes à semana (aproveite o banho no chuveiro), sobretudo após doenças, quando devem ser mantidas separadas de outras escovas.

10 – Realizar atividades que estimulem a mente e fortaleçam sua memória.
Faça alguns testes ou quebra-cabeças, palavras-cruzadas, aprenda um idioma, alguma habilidade nova. Leia um livro e memorize parágrafos.

11 – Usar fio dental e não mastigar chicletes.
Acreditem ou não, uma pesquisa deu como resultado que as pessoas que mastigam chicletes têm mais possibilidade de sofrer de arteriosclerose, pois têm os vasos sanguíneos mais estreitos, o que pode preceder a um ataque do coração. Usar fio dental pode acrescentar seis anos a sua idade biológica porque remove as bactérias que atacam aos dentes e o corpo.

12 – Rir.
Uma boa gargalhada é um “mini-workout”, um pequeno exercício físico. 100 gargalhadas equivalem a 10 minutos de corrida. Baixa o estresse e acorda células naturais de defesa e os anticorpos.

13 – Não descascar os alimentos com antecipação.
Os vegetais ou frutas, sempre frescos, devem ser cortados e descascados na hora em que forem consumidos. Isso aumenta os níveis de nutrientes contra o câncer.

14 – Ligar para seus parentes/pais de vez em quando.
Um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard concluiu que 91% das pessoas que não mantém um laço afetivo com seus entes queridos, particularmente com a mãe, desenvolvem alta pressão, alcoolismo ou doenças cardíacas em idade temporã.
(complemento meu: ligar para amigos também é muito agradável, ainda mais se forem aqueles que moram longe)

15 – Desfrutar de uma xícara de chá.
O chá comum contém menos níveis de antioxidantes que o chá verde, e beber só uma xícara diária desta infusão diminui o risco de doenças coronárias. Cientistas israelenses também concluíram que beber chá aumenta a sobrevida depois de ataques ao coração.

16 – Ter um animal de estimação.
As pessoas que não têm animais domésticos sofrem mais de estresse e visitam o médico regularmente, dizem os cientistas da Cambridge University. Os mascotes fazem você sentir se otimista, relaxado e isso baixa a pressão do sangue. Os cães são os melhores, mas até um peixinho dourado pode causar um bom resultado.
(complemento meu: ADOTE ANIMAIS. NÃO OS COMPRE COMO SE FOSSEM MERCADORIAS.)

17 – Colocar tomate ou verdura frescas no sanduíche.
Uma porção de tomate por dia baixa o risco de doença coronária em 30%, segundo cientistas da Harvard Medical School.

18 – Reorganizar a geladeira.
As verduras em qualquer lugar de sua geladeira perdem substâncias nutritivas, porque a luz artificial do equipamento destrói os flavonóides que combatem o câncer que todo vegetal tem. Por isso é melhor usar á área reservada a ela, aquela caixa bem embaixo.

19 – Comer como um passarinho.
Não na quantidade, mas na qualidade. A semente de girassol e as sementes de sésamo nas saladas e cereais são nutrientes e antioxidantes. E comer nozes entre as refeições reduz o risco de diabetes.

20 – E, por último, um mix de pequenas dicas para alongar a vida:

- Comer chocolate.
Duas barras por semana estendem um ano a vida. De preferência o amargo, que é fonte de ferro, magnésio e potássio.
(complemento meu: e de preferencia aos chocolates sem leite animal.)

- Pensar positivamente.
Pessoas otimistas podem viver até 12 anos mais que os pessimistas, que pegam gripes e resfriados mais facilmente.

- Ser sociável.
Pessoas com fortes laços sociais ou redes de amigos têm vidas mais saudáveis que as pessoas solitárias ou que só têm contato com a família.

- Conhecer a si mesmo.
Aqueles que priorizam o “ser” sobre o “ter” têm 35% de probabilidade de viver mais tempo.
(complemento meu: experimentem praticar ioga)

Eu já sigo muitas coisas dessa lista, e muitas outras estou começando agora. De fato, me sinto bem melhor comigo e com os outros.  Experimente seguir também ;)

De hoje até dia 5 deste mês é comemorada a Semana do Meio Ambiente.

É uma semana onde ações, campanhas, ideias e demais atitudes em prol do meio ambiente são propostas e realizadas, sempre com o intuito de demonstrar a importância, nossa dependência e obrigação de preservação.

Diversas campanhas e palestras sobre educação ambiental acontecerão durante esta semana.
Vou falar sobre 2 exemplos aquido estado (ES):

- O LPP – Laboratório de Planejamento e Pesquisa, que pertence ao Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Ufes, está promovendo durante esta semana uma campanha de conscientização ambiental coletiva.
Várias ações serão propostas, tanto individuais quanto coletivas, com o intuito de criar hábitos, como separar o material reciclável, imprimir somente o necessário, usar os 2 lados do papel.
Lixeiras identificadas foram colocadas lá, e os adesivos que as identificam foram criados pela estudante de Design (e estagiária de lá) Juliana Lisboa, com uma pequena ajuda nossa :) .
Ela e a professora Márcia procuraram aqui no nosso blog/projeto umas informações e nos chamaram para ajudar em algo e, mesmo sendo de uma semana pra outra, a gente deu um jeitinho.
Fizemos também o cartaz pra afixar dentro do laboratório, explicando a campanha e com algumas dicas.
Vamos torcer pra ser um sucesso e depois contamos o balanço da ação :)

- Prefeitura de Guarapari, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realiza entre os dias 2 e 5 de junho a 1ª Feira de Educação Ambiental de Guarapari. O evento acontece no Sesc da cidade e tem entrada franca.
A feira tem o objetivo de informar e conscientizar a população sobre a importância da preservação do meio ambiente.
A abertura do evento acontece amanhã, dia 2 (terça-feira), às 8h.
Para maiores informações, acesse o site clicando aqui.

Nossa querida leitora, amiga, atual-ex-CONDE (?), Allexsandra Ebrahim,  nos deu essa dica:

Premio ECOLEO de Design, que tem por objetivo promover  e estimular a adoção de critérios ecológicos no desenvolvimento de produtos. Os produtos devem causar o mínimo impacto no meio ambiente e o uso de recursos naturais deve ser racional.
Há categoria Profissional e Estudante:
- 1º Prêmio categoria Profissional – R$ 5.000,00 (cinco mil reais);
- 2º Prêmio categoria Profissional – R$ 2.000,00 (dois mil reais);
- 1º Prêmio categoria Estudante – R$ 2.000,00 (dois mil reais); e
- 2º Prêmio categoria Estudante – R$ 1.000,00 (mil reais).

Uma ótima oportunidade, né? Já sei de gente que vai concorrer e já arrumou orientador pra isso :]]]
Sucesso!

Mais informações, aqui no site > http://www.designenatureza.com.br/premioecoleo/

Estamos trabalhando, junto a CONDE-PE, em algumas ações em parceria aque serão realizadas durante o NDesign.
Quem foi ao NDesign Manaus, ano passado, já tem uma base de como foi :)
Esse ano estamos inventando outras coisinhas! Aguardem (lá em Olinda, de preferência)!

E para o interessados em Design Sustentável, “Marketing Verde” e afins, segue uma (enorme) lista de livros, quase todos em inglês, para você aumentar seus conhecimentos.

Allenby, D. B. (1998). Products to services. Towards Sustainable Product Design: 3rd International Conference, DTI Conference Centre, London.

BIJMA, A.; STUTS, M. & SILVESTER, S. Developing eco-efficiency product service-system combinations. In Proceedings of the 6th International Conference “Sustainable Service and Systems” Transitions Towards Sustainability?, Amsterdam, The Netherlands, October, 2001.

BREZET, h. The Design of Eco-efficient Services: Methods, Tools and Review of the Case Study Based “Designing Eco-efficient Services” Project (report; The Hague: VROM)

CHARTER, M., and TISCHNER, U. Sustainable Solutions: Developing products and services for the future. Sheffield, UK: Greenleaf Publishing, 2001.

COOPER, T. & SIAN, E.  Products to Services. Friends of the Earth, Centre for Sustainable Consumption. Sheffield Hallam University, UK, 2000.

Elzen, B.; GEELS, F. W. & GREEN, K.  System Innovation and the Transition to Sustainability. Cheltenham, UK: Edward Elgar, 2004.

EU (European Union) Study on external environmental effects related to the life-cycle of products and services: final report (BIO Intelligence Service and O2 France; Brussels: European Commission Directorate General Environment, Directorate A: Sustainable Development and Policy Support, 2003.

HALME, M., JASCH, C., SCHARP, M.,  Sustainable homeservices? Toward household services that enhance ecological, social and economic sustainability Ecological Economics, Volume 51, Issues 1-2, 1 November 2004, Pages 125-138.

HOCKERTS, K. Eco-efficient service innovation: increasing business-ecological efficiency of products and services, in M. Charter (ed.), Greener Marketing: A Global Perspective on Greener Marketing Practice. Sheffield, UK: Greenleaf Publishing: 95:108, 1998.

JÉGOU, François, JOORE, Peter. Food delivery solutions: Cases of solution oriented partnership. European Comission Growth Programme. Cranfield University. Cranfield: 2004.

JELSMA, Jaap e KNOT, Marjolijn, Designing environmentally efficient services: a “script” approach. The Journal of Sustainable Product Design 2: 119–130. Kluwer Academic Publishers. Holanda: 2002.

MANN, Darrel e JONES, Elias, Sustainable services & systems (3s) through systematic innovation methods. The Journal of Sustainable Product Design 2: p. 131–139. Kluwer Academic Publishers. Holanda: 2002.

MONT, O. Product-service systems: panacea or myth? (PhD Thesis; Lund, Sweden: International Institute for Industrial Environmental Economics (IIIEE), University of Lund, 2004.

Sustainable Solutions, Developing Products and Services for the Future, ed. Martin Charter, The Centre for Sustainable Design, UK, and Ursula Tischner, ec(o)ncept, Germany, 2000, ISBN 1874719365.

Tischner, U. and M. Charter (2001). Sustainable Solutions – Developing Products and Services for the Future. Sheffield, UK, Greenleaf Publishing Ltd. M. Charter and U. Tischner

TUKKER, A. & TISCHNER, U. New business for old Europe: product service development, competitiveness and sustainability. Sheffield, UK: Greenleaf Publishing, 2006.

TUKKER, A., van HALEN, C., Innovation Scan for Product Service Systems: A manual for the development of new Product Service Systems for companies and intermediaries for the SME sector. Delft/Utrecht, Holanda, Julho de 2003.

UNEP – United Nations Enviroment Programme.Product-Service Systems and Sustainability. INDACO Department, Politecnico di Milano. Milão: 2004.

UNEP – United Nations Environment Programme. Draft Summary Report. Expert Meeting on Product Service System. Paris: 2000.

UNEP – United Nations Environment Programme.The role of Product-Service Systems in a Sustainable Society. Paris, 2001.

UNEP. Product Service Systems and Sustainability: Opportunities for Sustainable Solutions. Paris: UNEP, Division of Technology Industry and Economics, Production and Consumption Branch, 2002.

VAN HALEN, C.; VEZOLI, C. & WIMMER, R. (eds). Methodology for Product-Service System: How to Develop Clean, Clever and Competitive Strategies in Companies. Assen, Netherlands: Van Gorcum, 2005.

BASIC CONCEPTS

AGENDA 21 NACIONAL. Disponível em <http://www.ambiente.sp.gov.br/agenda21/indice.htm>. Última consulta em 07 de Maio de 2007.

AGENDA 21. Plano de Implementação da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: <http://www.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=18&idConteudo=573> Acesso: 27/08/07

AMADEU, Edward; PARCIAS JR.,Carlos. Crescimento e Distribuição: Um Modelo Estilizado da Riqueza das Nações. Revista de Economia Política, vol. 10, n 2, p. 5-16, abril-junho 1990.

Anderson, R. (1995). The Journey from There to Here – The Eco-Odyssey of a CEO. Altanta, The Peregrinzilla Press.

Bakker, C. (1995). Environmental Information for Industrial Designers. Delft, Delft University of Technology. Doctoral Thesis

Baldwin, J. (1996). Bucky Works: Buckminster Fuller’s Ideas for Today, John Wiley & Sons Ltd.

BARRY, Dalal-Clayton. What is Sustainable Development? National Strategies for Sustainable Development. Disponível em: <www.nssd.net/otherdocuments/sustdev2.doc> Acesso: 27/08/07

Biomimicry, Innovation inspired by nature, Janine M. Benyus, William Morrow & Company, New York, 1997, ISBN 0-688-16099-9

Brezet, H. and C. van Hemel (1997). “Ecodesign: a promising approach to sustainable production and consumption.” Industry and environment 20(1 and 2): 52.

BRUNDTLAND, G.H. et al. Our Common Future, WCED, New York – Oxford, Oxford University Press, 1987, pág. 43).

Carson, R., (1962) Silent Spring. Boston: Houghton Mifflin.

Cooper, T. (1998). Sustainable Consumption: Green Consumerism or Downshifting? International Research Conference on Sustainable Development, Leeds, UK.

COOPER, T. Slower consumption: reflections on product life spans and the “throughway society”. Journal of Industrial Ecology, 9, 1-2, 2005.

DATSCHEFSKI, E.  The total beauty of sustainable products. Mies, Switzerland; Rotovision, 2001.

Dewberry, E. L. (1996). EcoDesign – Present Attitudes and Future Directions. The Design Discipline Technology Faculty. Milton Keynes, Open University. Doctoral Thesis

DIXON, J.A; FALLON, L.A. The Concept of Sustainability: Origins, Extensions, and Usefulness for Policy. Society and Natural Resources Vol.2, pp.73-84, 1989.

Driving Eco-Innovation, A breakthrough discipline for innovation and sustainability, Claude Fussler with Peter James, Pitman Publishing, London, 1996, 364 pages, ISBN 0 273 62207 2

Droog Design, Spirit of the nineties, ed. Renny Ramakers and Gijs Bakker, 010 Publishers, Rotterdam, 1998, ISBN 90 6450 301 x

Ecodesign Navigator, a key resource in the drive towards environmentally efficient product design, Matthew Simon and others, Manchester Metropolitan University, Cranfield University, EPSRC, 1998, ISBN 1-871315-74-3

Eco-Tec, Architecture of the In-Between, Amerigo Marras (red./ed), 1999, New York, Princeton Architectural Press, StoreFront Books 3, ISBN 1-56898-159-7

Eco-Tech, Sustainable Architecture and High Technology, Catherine Slessor, 1997, 356 illustrations, ISBN 0 500 34157 5

Eternally Yours, visions on product endurance, Ed van Hinte, 010 publishers, 1997, 256 pages, ISBN 90 6450 313 3, Illustrated (currently out of print)

Factor Four, doubling wealth, halving resource use, Ernst von Weizsäcker, Amory B. Lovins and L. Hunter Lovins, Earthscan publishers, 1997, 352 pages, ISBN 1 85383 407 6

FOLADORI, Guillermo. Limites do desenvolvimento sustentável. Trad. Marise Manoel. Campinas, São Paulo: Editora da Unicamp, 2001.

FRONDEL, Manuel; HORBACH, Jens; RENNINGS, Klaus. “End-of-Pipe or Cleaner Production? : An Empirical Comparison of Environmental Innovation Decisions Across OECD Countries,” ZEW Discussion Papers

FUAD LUKE, Alastair. Manual de diseño ecológico. Barcelona: Gustavo Gili, 2002.

Future Systems, the story of tomorrow, Martin Pawley, Phaidon Press Limited, London, 1993, ISBN 0 7148 2767 3

GARRARD, Greg. Ecocrítica. Trad. Vera Ribeiro. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2006.

GERTSAKIS, John, LEWIS, Helen. Design + Environment. Sheffield: Greenleaf Publishing Limited, 2001.

Green Design, Design for the Environment, Dorothy Mackenzie, Laurence King Publishing, London, 1997 (2nd edition), ISBN 1 85669 096 2,176 pages, illlustrated.

HAWKEN, Paul. Natural capitalism: creating the next industrial revolution. New York: Little, Brown and Company, 1999.

JACSKON, T.; JAGER, W. & STAGL, S. Beyond insatiability: needs theory, consumption and sustainability, in L. Reisch and I. Ropke (eds), The Ecological Economics of Consumption. Cheltenham, UK: Edward Elgar, 2004.

KAZAZIAN, Thierry (org). Haverá a Idade das Coisas Leves. São Paulo: SENAC,2005.

LAYARD, R. Happiness: lessons from a new science. London: Allen Lane, Penguim Books, 2005.

Lofthouse, V. A. (2004). “Investigation into the Role of Core Industrial Designers in Ecodesign Projects.” Design Studies 25(2): pp. 215-227.

Mackenzie, D. (1997). Green Design: Design for the Environment. London, Laurence King Publishing.

MAGARIÑOS, Carlos A. Economic Development and UN Reform: Towards a Common Agenda for Action. A proposal in the context of a Millennium Development Goals. United Nations Industrial Development Organization. Vienna, 2005.

MANZINI, Ezio; Vezzoli, Carlo. O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis: Os Requisitos Ambientais dos Produtos Industriais. São Paulo: EDUSP, 2005.

MARGOLIN, Victor. A World History of Design and a History of the World. Journal of Design History: 2005, v.18(3), p.235-243.

MARSH, George P. Man and Nature or Physical Geography as Modified by Human Action. New York: Charles Scribner, 1865, p.

Meadows, D.H., (1972) The limits to growth – A report for the Club of Rome’s Project on the Predicament of Mankind. London: Earth Island Ltd. 3 -205

NORMAN, Donald A. O Design do Dia à Dia. Rio de Janeiro: Rocco, 2006

OECD (Organization for Economic Cooperation and Development). Towards Sustainable Household Consumption? Trends and Policies in OECD. Paris: OECD, 2002.

Papanek, V. (1995). The Green Imperative: Ecology and Ethics in Design and Architecture. London, Thames and Hudson.

PAPANEK, Victor. Design for a Real World: Human Ecology and Social Change. Chicago: Academy Chicago, 1985.

Ponting, C. (1991). A Green History of the World, Penguin.

RYAN, C. Learning from a decade (or so) of eco-design experience: Part I. Journal of Industrial ecology, 7.2, 2003.

Schumacher, E.F., (1974) Small is beautiful: a study of economics as if people mattered. London: Sphere Books, Ltd. pp.255

SEGAL, J. M.  Graceful simplicity: towards a philosophy and politics of simple living. New York: Holt, 1999.

SHOVE, E. Confort, Cleanliness and Convenience: the social organization of normality. Oxford: Berg, 2003.

Smarter all the time / Steeds Slimmer, Ed van Hinte, Netherlands Design Institute, 2000 (http://www.design-inst.nl)

The Ecology of Commerce, how business can save the planet, Paul Hawken, London: Weidenfeld and Nicolson, 1993

TRIGUEIRO, André et al. Meio Ambiente no Século 21. Rio de Janeiro: Sextante, 2003.

TUKKER, A. Leapfrogging into the future: developing for sustainability. International Journal for Innovation and Sustainable Development, 1.1: 65-84, 2005.

Turning Point, The end of the growth paradigm, Robert Ayres, Earthscan publishers, 1998, 258 pages, ISBN 1 85383 439 4 (paperback), ISBN 1 85383 444 0 (hardback)

UN (United Nations). Plan for implemenation of the World Summit on Sustainable Development. New York: UN, 2002.

UNESCO/ONU – Década do Desenvolvimento Sustentável. Disponível em<http://www.unesco.org.br/areas/ciencias/areastematicas/educacaoambiental/index_html/mostra_documento> Última consulta em 05 de setembro de 2007.

VEZZOLI, Carlo. Design for Sustainability: a new research frontiers. Curitiba: 7th P&D – Brazilian Conference on Design Proccedings, 2006.

VEZZOLI, Carlo. System Design for Sustainability: Theory, methods and tools for a sustainable “satisfaction-system”design. Milano: Maggioli Editore, 2007b.

Vision of the future, Philips Corporate Design, Bussum: V+K Publishing, 1996, 200 pages, ISBN 90 66115912

WCED (World Commission on Environment and Development). Our Common Future (The Bruntland Report). New York: United Nations, 1987.

DIMENSÃO SOCIAL

CRUL, M. & DIEHL, J. C. Design for sustainability: a practical approach for developing economies. Paris: United Nations Environmental Programme, Technical University Delft, 2006.

FLORIDA, R. The rise of the creative class and how it is transforming work, leisure, community and everyday life. New York: Basic Books, 2002.

LANDRY, C. The creative city: a toolkit for urban innovators. London: Earthscan Publications, 2000.

MAASE, S. & DORST, K. Co-creation: a way to reach sustainable social innovation, in Proceedings, Perspectives on Radical Changes to Sustainable Consumption and Production (SCP), Sustainable Consumption Research Exchange (SCORE!) Network, Copenhagen, April, 2006.

MANZINI, Ezio, Context-based wellbeing and the concept of regenerative solution: A conceptual framework for scenario building and sustainable solutions development. The Journal of Sustainable Product Design 2: 141–148. Kluwer Academic Publishers. Holanda: 2002.

MANZINI, Ezio. Design, Ethics and Sustainability: Guidelines for a Transition Phase. Milão: Instituto Politécnico de Milão – DIS/INDACO, 2006a.

O’CONNOR, Frank, HAWKES Dennis, A multi-stakeholder abridged environmentally conscious design approach. The Journal of Sustainable Product Design, Volume 1, Issue 4, Dec 2001, p. 247 – 262.

ONO, Maristela M. Design e Cultura: Sintonia Essencial. Curitiba: Edição da Autora, 2006.

PENIN, L. Strategic Design for Social Sustainability in Emerging Contexts (PhD Thesis; Milan; Politecnico di Milano), 2006.

RAY, PH. & ANDERSON, S. R.  The Cultural creatives: how 50 million people are changing the world. New York: Three Rivers Press, 2000.

SACHS, Ignacy. Desenvolvimento: includente, sustentável, sustentado. Rio de Janeiro: Garamond, 2004.

SACHS, W. & TILMAN, S. (Eds). Fair Future: limited resources and global justice. London: Zed Books, 2007.

SACHS, W. et al. The Jo´burg-Memo: Fairness in a Fragile World. Memorandum for the World Summit on Sustainable Development (Berlin: Henrich Böll Foundation; www.boell.de), 2002.

UNEPa – Environmental and Human Well-being: a Pratical Strategy. UN Milleniun Project: a task force for environmental sustainability. London: Earthscan, 2005.

URSINI, T.R., SEKIGUCHI, C. Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social: Rumo à Terceira Geração de Normas ISO. Coleção Uniemp Inovação – Inovação e Responsabilidade Social . 2º. Volume. São Paulo: Instituto Uniemp, 2005.

WHITELEY, Nigel. Design for Society. London: Reaktions Book, 1993.

TOOLS

Bhamra, T. A. and V. A. Lofthouse (2003). Information/Inspiration: A web based sustainable design tool. International Conference on Engineering Design (ICED 2003), Stockholm.

Bhamra, T., S. Evans, M. Simon, T. McAloone, S. Poole and A. Sweatman (1999). Integrating Environmental Decisions into the Product Development Process: Part 1 The Early Stages. EcoDesign ‘99: First Symposium on Environmentally Conscious Design and Inverse Manufacturing, Tokyo, Japan, IEEE.

Charter, M. (1998). “Sustainable design website: linking people, ideas and tools.” Journal of Sustainable Product Design October 1998(7): pp.58-59.

CHAVES, Liliane Iten. Design for Environmental Sustainability: design strategies, methods and tools for the furniture sector. Istituto Politecnico di Milano:

Chiodo, J. (2000). Active Disassembly using Smart Materials (ADSM). 2003.

ERD GUIDELINES – EcoReDesign Guidelines for furniture and building products. Center for Design at RMIT, Melbourne. Disponível em: <http://www.cfd.rmit.edu.au/content/view/full/185> Acesso: 21/06/07

HALEN C. van, VEZZOLI, C., WIMMER, R. Methodology for product service system innovation: How to implement clean, clever and competitive strategies in European industries. Royal Van Gorcum. Assen: 2005.

HELIAS, A., HAES U. e VAN ROOIJEN, M. Life Cycle Approaches:  The road from analysis to practice. UNEP – United Nations Enviroment Programme. Paris, 2002.

HERTWICH, E. Life-cycle approaches to sustainable consumption: a critical review. Environmental Science and Technology, 39, 13: 4673-84, 2005.

How to do EcoDesign?, A guide for environmentally and economically sound design, Ursula Tischner et al., Published by Umweltbundesamt Berlin, 2000 (http://www.econcept.org)

KAREN, Robert W; PARRIS Thomas M; LEISEROWITZ Anthony A. What’s is Sustainable Development: Goals, Indicators, Values and Practices. Journal Issues of Environment: Science and Policy of Sustainable Development. v.47, n. 3, p. 8-21, 2005.

LEE, S.G., LYE, S.W., Design for manual packaging, International Journal of Physical Distribution & Logistics Management Vol. 33 No. 2. Singapura: 2003. p. 163-189.

Lewis, H., J. Gertsakis, T. Grant, N. Morelli and A. Sweatman (2001). Design + environment, a global guide to designing greener goods, Greenleaf publishing.

Lightness, the inevitable renaissance of minimum energy structures, Adriaan Beukers and Ed van Hinte, 010 publishers, Rotterdam (the Netherlands), 1998, 191 pages, illustrated, ISBN 90-6450-334-6

Lofthouse, V. A. (2001). Facilitating Ecodesign in an Industrial Design Context: An Exploratory Study. Enterprise Integration. Cranfield, Cranfield University. Doctoral Thesis

MALAGUTI, Cintia. Requisitos Ambientais para o Desenvolvimento de Produtos – Manual Técnico. Centro São Paulo Design – CSPD. São Paulo, 2006.

MANZINI, E., VEZZOLI, C. O Desenvolvimento de Produtos Sustentáveis: os requisitos ambientais dos produtos industriais. São Paulo: Edusp – Editora da Universidade de São Paulo, 2002.

MANZINI, Ezio e JEGOU, François. Sustainable everyday: scenarios of urban life. Milão: Edizione Ambiente, 2003.

MANZINI, Ezio, COLLINA, Luisa, EVANS, Stephen. Solution oriented partnership: How to design industrialised sustainable solutions. European Comission Growth Programme. Cranfield: Cranfield University, 2004.

MANZINI, Ezio. Scenarios of sustainable ways of living: Local and global visions: first results of an international program of design workshops. Milano, 2006b.

McAloone, T. (1998). Industry Experiences of Environmentally Conscious Design Integration: An Exploratory Study. School of Industrial and Manufacturing Science – The CIM Institute, Cranfield University: 180. Doctoral Thesis

Our Ecological Footprint, reducing Human Impact on the Earth, Mathis Wackernagel and William Rees, New Society Publishers, Canada, 1996, 176 pages, illustrated, ISBN 0-86571-312-X

RITZEN, Sofia, BESKOW, Cecília, Actions for integrating environmental aspects into product development. The Journal of Sustainable Product Design 1: 91-102. Kluwer Academic Publishers. Holanda: 2002.

RMIT (1997). Introduction to EcoReDesign – Improving the environmental performance of manufactured products. Melbourne, Victoria, Royal Melbourne Institute of Technology: 12.

ROSE, C. M. “Design for Environment: A Method for Formulating Product End-of- Life Strategies” . Ph.D. dissertation. Mechanical Engineering, Stanford University.November, 2000.

Sherwin, C. (2000). Innovative Ecodesign – An Exploratory and Descriptive Study of Industrial Design Practice. School of Industrial and Manufacturing Science. Cranfield, Cranfield University. Doctoral Thesis

Simon, M., S. Evans, T. McAloone, A. Sweatman, T. Bhamra and S. Poole (1998). Ecodesign Navigator – A key resource in the drive towards environmentally efficient product design, Manchester Metropolitan & Cranfield University.

Smith, M.T. (2000) ‘Eco-design Innovation in Small and Medium Sized Enterprises’. Design Discipline, Technology Faculty, The Open University. PhD Thesis.

STEVELS, Ab. Five ways to be green and profitable. The Journal of Sustainable Product Design 1: 81-89. Kluwer Academic Publishers. Holanda: 2002.

SUN, J. Design for environment: methodologies, tools and implementation. Journal of Integrated Design and Processes Science, 7.1, 2003.

Trespassers, inspirations for eco-efficient design, Ed van Hinte and Conny Bakker, 010 Publishers, Rotterdam, 1999, ISBN 9064503753 (http://www.010publishers.nl)

WILLIAM, Young C., JACO, Quist, KLARA, Toth, KEVIN, Anderson and KEN, Green. Exploring sustainable futures through ‘Design Orienting Scenarios – The case of shopping, cooking and eating. The Journal of Sustainable Product Design 1: p. 117–129. Kluwer Academic Publishers. Holanda: 2001.

Winners! How today’s successful companies innovate by design, John Thackara, BIS, Amsterd am, 1997, 477 pages, ISBN 90 72007 41 7, Illustrated

GREEN MARKETING

Charter, M. and M. J. Polonsky, Eds. (1999). Greener Marketing – A global perspective on greening marketing practice, Greenleaf Publishing.

Green Marketing, Opportunity for Innovation, Jacquelyn A. Ottman, 2nd edition, NTC Business Books, 270 pages, 1998, ISBN 0-8442-3239-4

HART, S. & MILSTEIN, M. B. Global sustainability and the creative destruction of industries. Sloan Management Review, Autumn, 1999:23.

HOLIDAY, C. & PEPPER, J. Sustainability through the market: seven keys to success brief. Geneva: World Business Council for Sustainable Development, 2nd edn; www.wbcsd.ch/docroot/x26OhpvANJioGJPFEkBH/stm.pdf (accessed 25 august 2007)

Jedlicka, W. (2001). Consumers – The best force for change. 10th March 2003. http://indes.net/e-publishing

Ottman, J. (1997). Green Marketing – Opportunity for Innovation. Illinois, NTC Business Books.

SMITH, Mark., Eco innovation and marketing transformation. The Journal of Sustainable Product Design 1: 19-26. Kluwer Academic Publishers. Holanda: 2002.

ZABEL, Hans-Ulrich. A Model of Human Behavior for Sustainability. International Journal of Social Economics Volume 32 Number 8 2005 pp. 717-734

Postagens Antigas »